Resenha: Insurgente

Título: Insurgente
Autor: Veronica Roth
Páginas: 511 páginas
Editora: Rocco
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

ATENÇÃO! ESTA RESENHA PODE CONTER SPOILERS DE DIVERGENTE (PRIMEIRO LIVRO DA SÉRIE), CASO NÃO O TENHA LIDO CLIQUE AQUI.







Minha Opinião: 

Divergente foi uma grata surpresa no começo do ano. Uma distopia fantástica, repleta de ação, suspense, segredos e personagens únicos. A continuação, Insurgente, foi, a meu ver, ainda melhor do que o primeiro livro da série, houve muito mais ação e cenas de perigo, morte e provas de lealdade.

Tris já sabe que é Divergente e termina sua iniciação na Audácia, mas um ataque da Erudição, que coloca a cidade sobre os efeitos do soro de simulação, aos membros da Abnegação, busca destruir a facção e os Divergentes. Uma guerra entre as cinco facções se aproxima e os amigos são escassos, os traidores surgem de todos os lados e apenas os Divergentes se mantêm sóbrios numa simulação. Tris precisa fazer escolhas, aceitar sua Divergência e arcar com as consequência disso.

"Sinto saudade da maneira como meus passos ecoavam no complexo da Audácia. Sinto saudade do ar frio do subterrâneo. Mas, mais do que tudo, sinto saudade dos medos que senti nas últimas semanas, tão pequenos quando comparados aos de agora."
Página 25 (Insurgente)

Cada página parecia banhada em adrenalina. O segundo volume, ainda mais que o primeiro, é recheado de ação e desta vez o caos e a destruição da cidade se juntam a momentos de tirar o fôlego. A leitura corre bastante e é com esta rapidez que terminamos o livro.

Os personagens continuam do meu agrado. Tris como protagonista não poderia ser melhor escolha; forte, corajosa e sem frescuras, ela toma a decisão e faz, sem precisar se apoiar em algum mocinho para isso. Ao longo do livro, os outros personagens também vão ganhando mais personalidade, as mentiras começam a ser reveladas e algumas atitudes começam a mudar.

"Não sou da Audácia; sou Divergente. Sou o que eu quiser ser."
Página 264 (Insurgente)

Veronica consegue transportar seu leitor para o ambiente em pouco tempo, suas descrições são boas e não sobrecarregam o livro, de modo que sentimos a necessidade de ler Convergente logo após o término de Insurgente.

Só posso dizer que é uma trilogia que recomendo bastante. Estou encantada com a escrita, a estória, os personagens e todo o universo da trilogia Divergente.

Beijos,
Amanda

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