Resenha: The Magician's Nephew (O Sobrinho do Mago)

Título: The Magician's Nephew
Autor: C. S. Lewis
Páginas: 221 páginas
Editora: Harper Collins Publisher
Traduzido para o português: Sim
Título da Tradução: O Sobrinho do Mago
Editora brasileira: Martins Fontes

When Digory and Polly are tricked by Digory's peculiar Uncle Andrew into becoming part of an experiment, they set off on the adventure of a lifetime. What happens to the children when they touch Uncle Andrew's magic rings is far beyond anything even the old magician could have imagined.

Hurtled into the Wood between the Worlds, the children soon find that they can enter many worlds through the mysterious pools there. In one world they encounter the evil Queen Jadis, who wreaks havoc in the streets of London when she is accidentally brought back with them. When they finally manage to pull her out of London, unintentionally taking along Uncle Andrew and a coachman with his horse, they find themselves in what will come to be known as the land of Narnia.


Minha opinião:





O primeiro livro dessa série, na verdade foi um dos últimos publicados, mas C.S. Lewis soube compor a estória para que não houvesse buracos na criação desta obra.


O livro começa quando Digory conhece Polly, sua nova vizinha. O menino viera morar com seus tios, pois a mãe está muito doente e o pai na Índia. Lá ele conhece seu excêntrico, talvez louco, tio Andrew (não sei se o nome se manteve assim na tradução). Certo dia, porém, eles acabam entrando no escrito do tio de Digory e encontram uma coleção de anéis. Tio Andrew acaba usando do sobrinho e sua amiga como cobaias para enviá-los para um universo paralelo. Lá eles encontram um visitante bastante indesejado, que os persegue até o nosso mundo. Num tempo em que Nárnia ainda nem existia, Digory e Polly terão que passar por difíceis provações.


Em primeiro lugar, vale ressaltar que este é um livro infantil. Ele foi escrito para ser lido antes das crianças irem dormir, coisas do tipo. Já ouvi muitos comentários negativos acerca da obra, porém, sempre percebo que, na maioria das vezes, a pessoa buscava encontrar algo mais maduro, uma literatura quase adulta, mas este não é foco das Crônicas de Nárnia.


Se você encarar este livro como uma obra infantil, verá inúmeras qualidades em seu enredo. Não há profundidade em suas reflexões e algumas críticas e pensamentos só poderão ser vistos por um olho mais maduro, mas não se trata de algo realmente profundo e questionador.


A narrativa é gostosa de acompanhar, C.S. Lewis descreve tudo de maneira simples, mas fácil de imaginar (é um livro infantil, lembra?). Os personagens são engraçados e seus diálogos são muito inocentes.


Porém, há personagens mais complexos, como o próprio tio Andrew, que almejava desbravar universos desconhecidos, mas era covarde o bastante para enviar duas crianças, mas não se arriscar a ir. Seus pensamentos também são insuportáveis, com metas vis e repugnantes.


Um livro gostoso de ler, com boa narrativa, curto o suficiente para não ficar maçante. Recomendo a leitura e deixo a advertência do público alvo.





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